quarta-feira, 28 de setembro de 2011

SOS Mata Atlântica


A Mata Atlântica originalmente percorria o litoral brasileiro de ponta a ponta e ocupava uma área de 1,3 milhão de quilômetros quadrados. Tratava-se da segunda maior floresta tropical úmida do Brasil, só comparável à Floresta Amazônica. Porém, da segunda maior floresta brasileira restam hoje, apenas cerca de 5 % de sua extensão original. Ainda assim é considerada um dos mais importantes conjuntos de ecossistemas do planeta, e um dos mais ameaçados.  

A presença dos meninos do SOS Mata Atlântica aqui na casa foi muito importante pra gente começar pensar mais à sério sobre ecologia. Sem dúvidas, a informação ambiental foi totalmente democratizada. Internet, televisão, vídeos, rádios, revistas, jornais, folhetos... Mas até que ponto, nós nos importamos com estas questões a ponto de mudarmos de atitudes?
A questão é: até que ponto a totalidade da informação ambiental tem surtido algum efeito real nas atitudes humanas, em seus Estados, governos, sociedades e empresas?
   
O fato é que a massificação da informação ambiental é acompanhada de uma massificação ainda maior do consumismo, como acontece com tudo no sistema econômico em que vivemos e, é óbvio, uma nova indústria surgiu: a "Indústria Ambiental", muito parecida com aquela da SECA.
Pensamos todas essas coisas, porque somos mesmo sismados, mas também acreditamos que tem muita gente bacana pensando sobre ecologia e, o SOS Mata Atlântica é com certeza uma dessas iniciativas que desenvolvem uma série de ações relevantes para uma relação mais verdadeira com a natureza. Vale à pena conferir o site dessa galera:  http://www.sosmatatlantica.org.br/  uma entidade que desenvolve projetos de conservação ambiental, produção de dados, mapeamento e monitoramento da cobertura florestal do Bioma, campanhas, estratégias de ação na área de políticas públicas, programas de educação ambiental e restauração florestal, voluntariado, desenvolvimento sustentável e proteção e manejo de ecossistemas.
Foi legal demais a visita, ainda que rápida. Valeu saber mais sobre o projeto, papear, conhecer mais gente legal, combinar coisas, poder participar. Um prazer!
Por Ale Bertoli.
Foto Luara Monteiro.

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